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Bebê é resgatado com vida após ser encontrado dentro de saco plástico em Catu

Bebê é resgatado com vida após ser encontrado dentro de saco plástico em Catu

Um bebê foi resgatado com vida após ser encontrado dentro de um saco plástico na noite de terça-feira (28), na cidade Catu, na Região Metropolitana de Salvador.

Uma mulher passou pela Rua Nova, viu o momento em que o bebê se mexeu no saco e acionou policiais da 95ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM). Ele foi socorrido e levado para o Hospital Municipal de Catu, onde recebeu atendimentos médicos.

Informações iniciais apontam que o bebê está bem. A Polícia Civil informou que o caso foi registrado na delegacia do município, que procura os responsáveis pela vítima. O Conselho Tutelar também foi acionado.

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  • Fiéis apelam a arcebispo de Salvador e pedem volta de padre afastado de igreja em Catu

    Fiéis do Movimento Somos Todos Padre Fernando convocaram, pela segunda vez, uma audiência com o Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Sergio da Rocha, para pedir a volta do padre Fernando de Almeida Silva à Paróquia Senhora Santana de Catu, de onde foi afastado por permitir que fiéis leigos (aqueles que não são padres, bispos ou o próprio papa) fizessem a oração eucarística. A atitude é considerada uma falha grave pelos dogmas católicos.

    Uma carta já havia sido enviada no dia 16 de setembro, sinalizando um caráter de urgência no pedido. De acordo com o movimento, o afastamento de padre Fernando não foi levado ao Conselho Paroquial e, portanto, sem direito de defesa. O padre entregou um pedido de renúncia após acordo junto à Diocese de Alagoinhas, responsável pela paróquia.

    Dom Sergio da Rocha recebeu a carta do movimento e respondeu na tarde desta quinta (7), através da Chancelaria da Arquidiocese de Salvador. Na resposta, o Arcebispo afirmou que situações referentes a padres deverão ser tratadas diretamente com o respectivo Bispo ou Administrador Diocesano. Portanto, de acordo com o Arcebispo, ele não tem autoridade para a nomeação ou transferências de padres em outras Dioceses senão a de Salvador.

    A Diocese de Alagoinhas se manifestou em nota assinada por seu administrador Diocesano, o padre Antônio Ederaldo de Santana. No ofício, afirma que aceitou a carta de renúncia do Pe. Fernando por precaução e negou as acusações de induzir ou obrigá-lo a pedir sua saída da Paróquia. A Diocese também diz que não faltou com misericórdia com o padre, alegando que ele segue recebendo um "honesto sustento, conforme a realidade econômica da nossa Diocese".

    "Aceitamos assim, a sua saída da Paróquia por ad cautelam (como precaução), a fim de averiguar melhor a situação na qual se envolveu, oferecendo-lhe o devido acompanhamento e dando-lhe a chance de apresentar a sua defesa no momento oportuno, conforme o procedimento estabelecido pelo ordenamento canônico nestes casos", diz a nota.

    Segundo a Diocese, o ato do Pe. Fernando em permitir que leigos assumissem a Liturgia Eucarística transgrediu o teor do cânon 1384 do Código de Direito Canônico e causou "escândalo à comunidade católica em sua universalidade, visto que tal atitudo do referido Sacerdote, foi transmitida em rede social".

    A versão é contestada por fiéis e o fato é que o afastamento de padre Fernando acabou afastando fiéis, como a publicitária Juliana Góes. Ela relatou que se reaproximou da Igreja com a chegada de padre Fernando a Catu. De acordo com fiel, ele a fez sentir-se abraçada novamente.

    “Eu e minha família estávamos afastados da igreja e após a sua chegada fomos acolhidos novamente. Tudo mudou, as missas eram bem cantadas, a sua homilia sentia o Espírito Santo me envolvendo e minha fé que estava apagada, ela ficou inabalável com suas palavras. Com a saída dele, me revoltei tanto que me vejo agora do mesmo modo de antes", disse a publicitária.

    Segundo Juliana, ainda está mal explicada a condução do caso. "Ele saiu de uma forma inexplicável, como se cometesse um crime e dentro da igreja se prega tanto o perdão, o amor ao próximo e porque isso não foi feito com ele? Espero uma atitude da igreja, do arcebispo, o que estou vendo é tentando abafar o sol com a peneira. A comunidade catuense quer a volta do padre, pedimos uma resolução positiva com a volta dele à nossa paróquia. Se ele não voltar, eu não faço questão nenhuma de voltar ao catolicismo”, disse.

    O processo administrativo segue acontecendo. Algumas pessoas foram ouvidas pela Diocese em Catu, dando prosseguimento ao processo de investigação. Para Augusto Gomes, o Guga, toda a situação aconteceu porque o padre Fernando mobilizou a Igreja e quebrou "panelas" que havia em Catu. Medidas como parar de alugar equipamentos de som ou contratação de banda para tocar nas missas, por exemplo, contribuíram para que a denúncia contra ele fosse formalizada.

  • Fiéis viajam 220 km para pedir volta de padre 'expulso' em Catu: 'Não matou, nem roubou'

    Hélio Viana percorreu 220 km entre ida e volta no trajeto Imbassaí-Catu. Fiel da Paróquia de São Francisco, ele conduziu nesta quinta-feira (23) um dos veículos com pessoas protestando pela volta do padre Fernando de Almeida Silva, que foi aconselhado pela Diocese de Alagoinhas a renunciar do cargo sacerdotal na Paróquia Sant'Ana de Catu após permitir que fiéis leigos (aqueles que não são padres, bispos ou o próprio papa) fizessem a oração eucarística. A atitude é considerada uma falha grave pelos dogmas católicos. E a punição foi considerada desproporcional pelos fiéis.

    Hélio conviveu com Fernando por 11 anos, período em que ele liderava comunidades católicas em Mata de São João. No município, ele era pároco na Igreja São Francisco do Litoral, em Praia do Forte, mas também tinha forte participação em outras localidades como Porto de Sauípe, onde ajudou a transformar a Igreja de São Sebastião em paróquia antes de ser transferido para Catu.

    “Ele fez um trabalho muito importante, uma missa alegre, que trazia os jovens para a igreja. Um trabalho lindo, espetacular. Quando ele saiu, deixou muita saudade. Assim que soubemos dessa injustiça que foi cometida contra ele, nos juntamos para apoiar o povo de Catu e a esse homem de Deus que tanto fez por nós”, disse Hélio.

    Fundador do Grupo Jovem da Paróquia de São Sebastião, em Porto de Sauípe, Alberto Júnior foi outro a sair do Litoral Norte baiano rumo a Catu para participar da carreata. Ele fez questão de agradecer ao padre Fernando pelo trabalho feito na região.

    Os manifestantes ficaram concentrados na porta da Igreja Nossa Senhora Sant'Ana pedindo a volta do pároco às atividades no município. A manifestação teve estouro de fogos de artifício, buzinas e cartazes com a frase e hashtag #SomosTodosPadreFernando.

    Coordenadora da paróquia em Mata de São João, Célia Laudana afirmou que Fernando “é um padre de verdade, comprometido com a obra da Igreja Católica e com Deus” e que a igreja deveria rever o seu posicionamento.

    Fiel catuense, Wilza Sena contou que não existe motivo para um afastamento tão abrupto. “Ele pediu perdão. E outra coisa, tem mostrado fidelidade, honra e dignidade no trabalho. É uma pessoa de respeito. Íntegro e devoto. Por que tirar o padre por uma falha? Uma batina? Padre Fernando precisa voltar para dar continuidade ao trabalho grandioso que tem feito em Catu”, disse a devota.

    Comerciante, fiel e um dos organizadores da mobilização em prol do padre, Augusto Gomes afirmou que a expectativa era de que 300 carros participassem da carreata, mas a forte chuva em Catu acabou afastando algumas pessoas, que, como os grupos de Mata de São João, sairiam de outras cidades.

    "De qualquer maneira, o recado está dado. Nós queremos que o padre Fernando volte para retomar o belo trabalho que fazia aqui na cidade. A Igreja é para perdoar. Ele não matou, não roubou, muito pelo contrário, revolucionou a Igreja. Trouxe estrutura, alegria e aproximou as pessoas".

    A Diocese de Alagoinhas se manifestou em nota assinada por seu administrador Diocesano, o padre Antônio Ederaldo de Santana. No ofício, afirma que aceitou a carta de renúncia do Pe. Fernando por precaução e negou as acusações de induzir ou obrigá-lo a pedir sua saída da Paróquia. A Diocese também diz que não faltou com misericórdia com o padre, alegando que ele segue recebendo um "honesto sustento, conforme a realidade econômica da nossa Diocese".

    "Aceitamos assim, a sua saída da Paróquia por ad cautelam (como precaução), a fim de averiguar melhor a situação na qual se envolveu, oferecendo-lhe o devido acompanhamento e dando-lhe a chance de apresentar a sua defesa no momento oportuno, conforme o procedimento estabelecido pelo ordenamento canônico nestes casos", diz a nota.

    Segundo a Diocese, o ato do Pe. Fernando em permitir que leigos assumissem a Liturgia Eucarística transgrediu o teor do cânon 1384 do Código de Direito Canônico e causou "escândalo à comunidade católica em sua universalidade, visto que tal atitudo do referido Sacerdote, foi transmitida em rede social". Leia a íntegra da nota no final da reportagem.

    Entenda o caso
    Padre Fernando foi afastado porque permitiu que fiéis leigos fizessem a oração eucarística no dia 22 de agosto de 2021. Houve uma denúncia da atitude tomada pelo padre que chegou até os bispos da região e, também, para o administrador diocesano de Alagoinhas, atualmente sem bispo.

    A diocese entrou em contato com o padre e o aconselhou a renunciar porque manter o sacerdote na paróquia com o processo em andamento poderia acarretar numa possível exclusão do exercício do sacerdócio. Ou seja, ele deixaria de ser padre.

    Nota da Diocese

    "A Diocese de Alagoinhas, vacante desde o dia 19 de março de 2021, tendo o seu Bispo diocesano, Dom Paulo Romeu Dantas, sido transferido pelo Papa Francisco, para a Diocese de Jequié-BA, passou a ter como governo diocesano um administrador, conforme os cânones 424-430. Assim sendo, assumi, portanto, a função de Administrador diocesano desta Diocese, tornando-me resposável pelo bom andamento dos trabalhos pastorais realizados nas nossas comunicades eclesiais, inclusive cabendo a mim, a manutenção da ordem e da disciplina eclesiástica até a chegada do novo Bispo diocesano.

    Em 22 de Agosto de 2021, o Reverendíssimo Pe. Fernando, até então, Pároco da Paróquia Senhora Santana, em Catu-BA, celebrou a Santa Missa, naquele domingo, convidando leigos a assumirem funções, na Liturgia Eucarística, de exclusiva competência dos que gozam do Ministério Sacerdotal, ou seja, Bispos e Presbíteros. Consequentemente, tal atitude transgrediu o teor do o cânon 1384, do Código de Direito Canônico, causando escândalo à comunidade católica em sua universalidade, visto que tal atitudo do referido Sacerdote, foi transmitida em rede social.

    Diante disso, o Reverendíssimo Pe. Fernando, consciente das consequências de seu ato, por respeito e fidelidade a doutrina da Igreja sobre a Santíssima Eucaristia e zelo pelo seu sacerdócio ministerial, no dia 31 de agosto de 2021, apresentou a renúncia do seu ofício de Pároco da Paróquia Senhora Santana, em Catu-BA, a mim, Administrador diocesano desta Igreja Particular de Alagoinhas-BA. Poderadamente, para que se evitasse um mal maior ao Sacerdote e à comunidade católica, aceitei sua renúncia e a Diocese se colocou à disposição para ajudá-lo no que fosse preciso. Logo, em nenhum momento o Reverendíssimo Pe. Fernando, foi induziddo, coagido ou obrigado a renunciar. Nem tampouco, o nosso irmão no sacerdócio, foi tratado pela Igreja sem misericórdia. Isso é comprovado pelo compometimento em ajudá-lo por meio de um honesto sustento, conforme a realidade econômica da nossa Diocese. Aceitamos assim, a sua saída da Paróquia por ad cautelam (como precaução), a fim de averiguar melhor a situação na qual se envolveu, oferecendo-lhe o devido acompanhamento e dando-lhe a chance de apresentar a sua defesa no momento oportuno, conforme o procedimento estabelecido pelo ordenamento canônico nestes casos."

    Nota assinada pelo Pe. Antonio Ederaldo de Santana, administrador Diocesano; e Pe. Carlos Alberto da Conceição, chanceler.

  • Padre é obrigado a renunciar em Catu e fiéis se revoltam: 'Igreja deveria perdoar'

    A renúncia repentina do ex-pároco da Paróquia Sant'Ana de Catu gerou revolta nos fieis e na população do município que fica a cerca de 90km de Salvador. Os fieis alegam que o padre Fernando de Almeida Silva foi punido de maneira desproporcional por permitir que fieis leigos (aqueles que não são padres, bispos ou o próprio papa) fizessem a oração eucarística. A atitude é considerada uma falha grave pelos dogmas católicos.

    O caso aconteceu numa missa celebrada no dia 22 de agosto de 2021, que foi transmitida pelas redes sociais da igreja, medida que se tornou de praxe após o início da pandemia e que foi mantida por muitas igrejas, como a de Catu. Segundo apurado pela reportagem, houve uma denúncia da atitude tomada pelo padre, que chegou até os bispos da região e, também, para o administrador diocesano de Alagoinhas, atualmente sem bispo.

    A diocese entrou em contato com o padre e o aconselhou a renunciar porque, de acordo com as fontes ouvidas pel a reportagem, manter o sacerdote na paróquia com o processo em andamento poderia acarretar numa possível exclusão do exercício do sacerdócio. Ou seja, ele deixaria de "ser padre".

    A justificativa não agradou uma boa parte dos fieis da paróquia, que alegam a montagem de um complô para prejudicar o padre. O comerciante Augusto Gomes, conhecido como Guga, classifica o afastamento como um absurdo e falta de humanidade da Igreja Católica.

    "Todo o mundo sabe que a Igreja é para perdoar, né? Ele não roubou, não matou, muito pelo contrário. O padre chegou em Catu e revolucionou a Igreja. Não é que o padre anterior fosse ruim, mas já era um padre idoso, fechado, apesar de ser meu amigo e muito gente boa. O povo quer uma missa alegre, que todo o mundo cante. É por isso que as igrejas evangélicas crescem e a católica cai. Esse tratamento arcaico não vinga", afirmou.

    Segundo o fiel, Fernando é um padre jovem e entusiasta e sua gestão ajudou a trazer muitas crianças e adolescentes para dentro da Paróquia de Catu. Augusto afirma que há uma "panela" dentro da Igreja que não gostou de medidas tomadas pelo novo padre, como parar de alugar equipamentos de som ou contratação de banda para tocar nas missas.

    "O padre começou a descobrir umas coisas erradas. Flor que custava R$150, ele comprava por R$75, os ofertórios eram fechados a duas pessoas e ele abriu para mais gente e começou uma ciumeira com ele. O som da igreja era todo alugado, fizemos uma campanha, levantamos R$38 mil e compramos tudo para a igreja, todos os instrumentos. Músicos foram procurar a igreja para tocar e ele falou que não precisava mais dos serviços, abriu para tocarem e cantar sem receber nada", disse Augusto.

    A fala de Augusto foi reiterada por outra fiel, Edlea Lago, que participa do movimento batizado como #SomosTodosPadreFernando e que pede que a Igreja Católica reveja a recomendação de renúncia imposta ao pároco. De acordo com o grupo, ele foi obrigado a renunciar sem explicação, direito de defesa e deixou a cidade com ordem de despejo sem revisão do Conselho Paroquial.

    O grupo enviou um ofício à Dom Giambattista Diquattro, Núncio Apostólico do Brasil, ao Cardeal Dom Sérgio da Rocha, Arcebispo de São Salvador da Bahia e Primaz do Brasil e a Diocese de Alagoinhas que atende a paróquia de Catu, uma carta de apoio ao Padre Fernando, solicitando um julgamento justo e seu retorno ao município.

    "Padre Fernando que chegou em Catu no dia 10 de janeiro, encontrou uma paróquia totalmente sem a participação da comunidade. Ele democratizou o acesso as pastorais, envolvendo todas as comunidades nas atividades da igreja. Organizou as coordenações de serviços (financeiro e administrativo), deu total transparência financeira da paróquia à comunidade, prestando contas na missa a cada final de mês. Sua ação evangélica intensa e cativante, atraiu muitos que estavam afastados e trouxe outros tantos novos fiéis", disse o grupo em nota.

    Também fiel, Edison Gomes afirmou que estava afastado da paróquia antes da chegada do Padre Fernando, preferindo frequentar uma capela em Terra Nova, mas a obra do pároco o fez mudar de ideia. "Agora, prefiro me afastar de novo. A Igreja prega o perdão e vai fazer isso com alguém que pediu desculpas e não tomou nenhuma atitude por mal. Ele queria homenagear os leigos, aproximar as pessoas da Igreja. Houve o erro segundo os ritos e dogmas, mas que mal ele fez para ser retirado daqui?", perguntou.

    Procurada, a Diocese de Alagoinhas, responsável pelas decisões da paróquia, não se manifestou até o fechamento desta reportagem.

    Filósofo e autor do livro "Ser HUmano, obra prima das mãos de Deus", o padre Elenildo Pereira afirma que existem dois sacerdócios: o comum e o ministerial. O primeiro refere-se a todos os batizados. O segundo, aos ministros ordenados, caso dos bispos, padres e diáconos, ambos são o mesmo sacerdócio, porém, diferentes no grau.

    O padre explica que Jesus Cristo instituiu o sacerdócio para dar continuidade à construção de seu Reino Sagrado e a função de padre foi instituída na quinta-feira da Paixão, com o objetivo de ser o continuador daquilo que Jesus fez e realizou. Somente os discípulos de Jesus receberam os poderes necessários para continuar esse legado.

    Ou seja, é como se Cristo desse, aos ministros ordenados, os seus poderes. Após a ordenação, essas pessoas se tornam um outro Cristo na terra.

    Carreata
    Mesmo com as justificativas da Igreja, a população local não está muito disposta a ceder e fará uma carreata na próxima quinta-feira (23), às 17h. Os manifestantes ficarão concentrados na porta da Igreja Nossa Senhora Sant'Ana pedindo a volta do pároco às atividades no município.

    Uma fiel, que preferiu não se identificar, afirmou que os quase nove meses de atividades do padre foram revolucionários e, portanto, ele merece toda a mobilização possível para seu retorno.

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