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WhatsApp lança atualização que melhora chamada de vídeo em grupo

WhatsApp lança atualização que melhora chamada de vídeo em grupo

Uma nova atualização irá melhorar as videochamadas em grupo do WhatsApp. Nesta segunda-feira (19), o aplicativo anunciou uma função que permite entrar em chamadas de grupo a qualquer momento.

O recurso começa a ser liberado hoje mundialmente e é uma espécie de "sala de espera". Desta forma, assim que a chamada é iniciada, a pessoa que está de fora consegue ver quem está participando, quem foi convidado e ainda não entrou. Funciona tanto para chamadas em vídeo como em ligações de voz em grupo.

Em comunicado, o WhatsApp cita que criou a funcionalidade para "melhorar a experiência dos usuários" e pelo fato de "chamadas em grupo estarem ganhando cada vez mais popularidade".

"Algumas das melhores conversas acontecem quando menos esperamos. A partir de agora, se alguém do seu grupo não atender a chamada de imediato, ainda poderá entrar, sair e entrar novamente enquanto a chamada estiver em andamento", diz a empresa.

Antes desta nova funcionalidade, era necessário enviar novamente um convite para participantes de uma chamada em grupo que não a atenderam na hora em que foi feita.

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  • STJ decide que divulgação de conversas de WhatsApp sem consentimento gera dever de indenizar

    A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por unanimidade, que divulgar conversas de Whatsapp sem o consentimento dos participantes ou autorização judicial gera o dever de indenizar sempre que for constatado dano.

    O entendimento foi alcançado no julgamento do recurso de um homem que fez captura de tela de conversa de um grupo do qual participava no WhatsApp e divulgou as imagens. Ele já havia sido condenado nas instâncias inferiores a pagar R$ 5 mil para um dos participantes que se sentiu ofendido.

    O caso ocorreu em 2015 e envolve um ex-diretor do Coritiba. Na época, o vazamento provocou uma crise interna ao divulgar conversas com críticas à então administração do clube de futebol. Para tentar reverter o dever de indenizar no STJ, ele argumentou que o conteúdo das mensagens era de interesse público, e que não seria ilegal registrá-las.

    Votos
    Relatora do caso, a ministra Nancy Andrighi concordou que o simples registro de uma conversa por um dos participantes, seja por meio de uma gravação ou de um print screen (termo inglês para captura de tela), não constitui, em si, um ato ilícito, mesmo que outros participantes do diálogo não tenham conhecimento. O problema encontra-se na divulgação de tais registros, frisou a magistrada.

    Isso porque as conversas via aplicativos de mensagem estão protegidas pelo sigilo das comunicações, destacou a ministra. “Em consequência, terceiros somente podem ter acesso às conversas de WhatsApp mediante consentimento dos participantes ou autorização judicial”, afirmou.

    A relatora disse em seu voto que “ao enviar mensagem a determinado ou a determinados destinatários via WhatsApp, o emissor tem a expectativa de que ela não será lida por terceiros, quanto menos divulgada ao público, seja por meio de rede social ou da mídia”.

    “Assim, ao levar a conhecimento público conversa privada, além da quebra da confidencialidade, estará configurada a violação à legítima expectativa, bem como à privacidade e à intimidade do emissor, sendo possível a responsabilização daquele que procedeu à divulgação se configurado o dano”, afirmou a ministra.

    Ela foi acompanhada integralmente pelos outros quatro ministros da Terceira Turma – Paulo de Tarso Sanseverino, Ricardo Villas Bôas Cueva, Marco Aurélio Bellizze e Moura Ribeiro.

    A única exceção, nesses casos, é quando a exposição das mensagens visa resguardar um direito próprio de um dos participantes da conversa, num exercício de autodefesa, decidiram os ministros do STJ. Tal análise, no entanto, deverá ser feita caso a caso pelo juiz. No caso julgado pela Terceira Turma, foi mantida a condenação à indenização.

  • Crimes cibernéticos crescem 60% na pandemia

    Em 2019, o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (Cert.br ) registrou 875.697 incidentes de segurança. Os dados de 2020 e 2021 ainda não foram divulgados oficialmente, mas relatórios de empresas privadas sugerem um aumento de até 60% nos registros de incidentes, especialmente, nesses tempos de isolamento social, quando as pessoas foram forçadas a digitalizar a vida, seja para fins de teletrabalho, ensino remoto ou compras e vendas pela Internet.

    De acordo com o advogado especialista em Direito Digital e Privacidade. Pós-graduado em Direito Digital e Compliance pelo IBMEC, Victor Prata, as invasões acontecem de diversas formas e estão relacionadas, principalmente, a falhas humanas dos colaboradores que, muitas vezes, não são devidamente instruídos em relação às práticas de segurança da informação e às obrigações em relação à proteção de dados pessoais.

    Victor Prata defende o treinamento dos colaboradores para reduzir a incidência do erro humano nos crimes digitais (Foto: Eduardo Almeida/ Divulgação)
    “No momento, os ataques mais comuns no Brasil são os de phishing, no qual o invasor envia um link malicioso ou um e-mail suspeito oferecendo um desconto inesperado. A partir deste momento, embora o computador possa ter toda a tecnologia de segurança disponível, o usuário clica no link e ‘abre a porta’ para o hacker acessar o dispositivo”, esclarece.

    Para Victor Prata, além do investimento em infraestrutura técnica de segurança da informação, treinamento de pessoal em relação ao uso seguro dos dispositivos (computadores, celulares, roteadores, entre outros), é fundamental a criação de políticas internas como Política de Segurança da Informação e Plano de Resposta a Incidente; estruturação de contratos com empregados, clientes e fornecedores em relação ao uso de dados.

    “Para a estruturação da segurança da informação, é necessário que a empresa faça a contratação de serviços VPN, servidores de e-mail confiáveis, softwares legítimos, uso de antivírus, segurança em nuvem e servidores seguros”, afirma.

    Elo frágil

    Com uma postura parecida, o sócio do escritório Prado Vidigal Advogados, especializado em direito digital, privacidade e proteção de dados, Luis Fernando Prado concorda que, em matéria de segurança da informação e proteção de dados, o elo mais frágil quase sempre é o agente humano. “Portanto, a principal recomendação é investir em treinamentos e medias constantes e reiteradas de conscientização de pessoal, com o objetivo de mitigar a possibilidade de violações de dados pessoais e segredos empresariais”, explica.

    Para ele, essa capacitação das equipes é uma medida que, em regra, não exige investimento tão elevado (se comparada a outros controles aplicáveis), e que tende a diminuir significativamente riscos.

    “Além disso, devem as empresas analisar, com auxílio de profissionais especializados, se as regras internas e tecnologias utilizadas são proporcionais ao porte, faturamento e complexidade da organização. Atitudes simples, como manter sistemas atualizados, são cruciais para diminuir as chances de que algo indesejado aconteça”, completa.

    Victor Prata enfatiza que os crimes cibernéticos, em verdade, muitas vezes, costumam ser os mesmos crimes praticados de forma off-line, porém praticados com o advento da Internet e de dispositivos digitais como celulares, computadores ou dispositivos de IoT.

    “Os crimes de falsificação ideológica que ocorre na Internet através do roubo de dados pessoais para criação de cartões de crédito ou de contas digitais é um dos mais comuns”, esclarece, mas lembra que o furto, onde o invasor acessa o celular ou computador da vítima e faz transferências bancárias ou via conta digital, também é muito frequente. “Infelizmente, outro crime bastante comum é a extorsão, no qual o invasor acessa arquivos, fotos e vídeos da vítima e exige pagamento como mediante a ameaça de divulgação das informações”, completa.

    LPGD

    O professor de Direito e assessor jurídico do Tribunal de Justiça da Bahia responsável pela LGPD, Danilo Santana lembra que a Lei Geral de Proteção de Dados é um marco no meio jurídico e, como tal, inovou ao definir regras para o tratamento de dados.

    A lei considera como dados toda operação realizada com dados pessoais, como as que se referem a coleta, produção, recepção, classificação, utilização, acesso, reprodução, transmissão, distribuição, processamento, arquivamento, armazenamento, eliminação, avaliação ou controle da informação, modificação, comunicação, transferência, difusão ou extração.

    Nesse contexto, a falha no tratamento de dados pelo controlador e/ou operador, significa dizer, aquele quem define e quem realiza o tratamento, respectivamente, pode gerar sanções para as empresas, desde a reparação de danos individuais ao titular dos dados, a chamada indenização, até sanções administrativas, como multas.

    “Importante dizer que, a própria lei define, o vazamento não será punido quando comprovada culpa exclusiva do próprio titular do dado ou de terceiros ou que não houve violação à legislação que rege a proteção de dados, ou que o tratamento de dados pessoais foi realizado por outra pessoa”, esclarece, ressaltando que assim deve ser analisada a origem do vazamento para a definição de quem será a responsabilidade.

    Victor Prata lembra que no sentido da LGPD, os colaboradores da empresa e os consumidores, enquanto pessoas naturais, deverão ter os seus dados protegidos, tendo em vista que depositaram a confiança de que os respectivos dados seriam armazenados e gerenciados corretamente por aquela empresa. “É de extrema importância que as empresas disponibilizem dispositivos corporativos (como celulares, computadores e roteadores) dotados de sistemas operacionais e programas legítimos, disponibilizem VPN segura para acesso aos servidores e comunicação interna”, finaliza.

    8 passos para uma empresa mais segura

    1. Invista no treinamento de pessoal em relação ao uso seguro dos dispositivos (computadores, celulares, roteadores, entre outros);

    2. Elabore um manual com as políticas internas de segurança da informação e difunda as normas entre os colaboradores;

    3. Com a devida orientação técnica, vale pensar num plano de respostas em caso de invasão;

    4. Estruture os contratos com empregados, clientes e fornecedores em relação ao uso de dados;

    5. As empresas devem manter em suas redes a utilização de criptografia e VPN, além da otimização do mecanismo de autenticação, redundância de sistemas;

    6. Os programas devem estar sempre atualizados;

    7. É importante que os backups sejam realizados em diferentes espaços para ajudar a aumentar no nível de segurança dos dados das instituições;

    8. Todas as ações devem ser implementadas a partir de contratos seguros que garantam a confidencialidade dos dados da organização.

  • Por WhatsApp, babá narrou tortura de Dr. Jairinho em Henry: 'Chutou ele'

    Os investigadores da morte do menino Henry Borel revelaram nesta quinta-feira (8) uma troca de mensagens entre Monique Medeiros da Costa Silva de Almeida, mãe do menino, e Thayná de Oliveira Ferreira, babá da criança. Nas mensagens, Thayná descreve em tempo real a suposta tortura praticada pelo padrasto, o vereador Dr. Jairinho.

    As agressões teriam acontecido no quarto do apartamento onde Dr. Jairinho e Monique viviam no Rio de Janeiro. O episódio ocorreu no dia 12 de fevereiro, de acordo com os registros do WhatsApp.

    Os prints das mensagens foram descobertos na galeria do telefone de Monique. Segundo o G1, os investigadores classificaram as mensagens como "absolutamente contundentes".

    Apesar de ter sido apagado, a polícia conseguiu recuperar a íntegra da conversa graças a um software israelense chamado Cellebrite Premium.

    No relato da babá, Henry e Dr. Jairinho ficaram trancados por alguns minutos em um cômodo com o som da TV alto. Depois que saiu do quarto, a criança mostrou hematomas, contou que levou uma banda (uma rasteira) e chutes e reclamou de dores no joelho e na cabeça.

    Na conversa com a babá, a mãe de Henry, que não estava em casa, demonstrou estranheza com a presença de Jairinho no apartamento naquele horário.

    Dr. Jairinho e Monique foram presos nesta quinta-feira (8).

    Veja a íntegra das mensagens

    Henry trancado no quarto com Jairinho
    16:30 – THAYNA: Aí logo depois Jairinho chamou ele para ver que comprou algo

    16:30 – MONIQUE: Chama

    16:30 – MONIQUE: Aí meu Deus


    16:30 – THAYNA: Aí ele foi para o quarto

    16:30 – MONIQUE: Estou apavorada

    16:30 – THAYNA: De início gritou tia


    16:30 – THAYNA: Depois tá quieto

    16:30 – THAYNA: Aí eu respondi oi

    16:30 – THAYNA: Aí ele nada

    16:30 – MONIQUE: Vai lá mesmo assim

    16:30 – THAYNA: Tá

    16:31 – MONIQUE: Fala assim: sua mãe me ligou falando para vc ir na brinquedoteca brincar com criança

    16:31 – MONIQUE: E fica lá um tempo

    16:31 – MONIQUE: Jairinho não falou que ia para caaa

    16:31 – MONIQUE: casa

    16:31 – THAYNA: Então eu chamo e nenhum dos dois falam nada

    TV alta com voz de desenho
    16:31 – MONIQUE: Bate na porta

    16:32 – THAYNA: Não respondem

    16:32 – MONIQUE: Thaina

    16:32 – THAYNA: Eu só escuto voz de desenho

    16:32 – THAYNA: Acho melhor você vir

    16:32 – MONIQUE: Entra no quarto mesmo assim

    16:32 – THAYNA: E daí se tiver acontecendo algo você vê

    16:32 – THAYNA: Fico com medo do Jairinho não gostar da invasão

    16:32 – THAYNA: Pera vou tentar abrir a porta

    16:32 – MONIQUE: Ele não tem que gostar de nada

    16:32 – THAYNA: Abriu a porta do quarto

    16:32 – MONIQUE: E aí?

    16:32 – MONIQUE: Aí meu pai amado

    (a babá então envia uma foto à mãe. Na imagem, Thainá aparentemente segura Henry no colo)

    Henry não quer ficar sozinho na sala
    16:35 – MONIQUE: Deu ruim?

    16:35 – MONIQUE: Sabia

    16:35 – MONIQUE: Pergunta tudo

    16:35 – MONIQUE: Pergunta o que o tio falou

    16:35 - THAYNA: Então agora não quer ficar na sala sozinho

    16:35 - THAYNA: Só quer ficar na cozinha

    16:36 - THAYNA: Jairinho falou thayna deixa a mãe dele fazer as coisas

    Babá com Henry na sala
    16:36 – MONIQUE: Pergunta se ele quer vir pro shopping?

    16:36 - THAYNA: Não liga não

    16:36 - THAYNA: Falei não to falando com ela não

    16:36 - THAYNA: To falando com minha mãe

    16:36 - THAYNA: Ai ele ah tá

    16:36 - THAYNA: imagem* (fotografia de Thayná com Hnery ao seu lado, aparentemente em um sofá)

    16:36 - THAYNA: To sentada com ele na sala

    16:36 - THAYNA: Vendo desenho

    16:36 – MONIQUE: Fala que vai na brinquedoteca

    16:36 – MONIQUE: Eu mando um uber

    16:37 - THAYNÁ: A rose ta fazendo as coisas

    16:37 – MONIQUE: Aí meu Deus

    16:37 – MONIQUE: Que merda

    Jairinho arrumando a mala
    16:37 - THAYNA: A rose ta fazendo as coisas

    16:37 – MONIQUE: Ai meu Deus

    16:37 – MONIQUE: Que merda

    16:37 – MONIQUE: Ver se ele quer sair de casa

    16:37 – THAYNA: Tô falando com ele

    16:37 – MONIQUE: Ou ficar aí

    16:37 - THAYNA: Ele quer que eu fique sentada ao lado dele só

    16:37 - MONIQUE: Coitado do meu filho

    16:37 - THAYNA: Jairinho tá arrumando a mala

    16:37 - MONIQUE: Se eu soubesse nem tinha saído

    16:38 - MONIQUE: Pergunta o que o tio falou

    16:38 - MONIQUE: Fala assim: tio Jairinho é tão legal, o que ele falou com vc?

    16:38 - THAYNA: Jairinho tá aqui perto

    16:38 - THAYNA: Depois pergunto

    16:38 - MONIQUE: Ok

    Jairinho andando pela casa
    16:38 - THAYNA: Jairinho tá andando pela casa

    16:38 - THAYNA: Acho que prestando atenção no que eu tô fazendo

    16:38 - THAYNA: (emoji)

    16:38 – MONIQUE: Ok

    16:38 – MONIQUE: Daqui a pouco vc me fala

    16:39 – THAYNA: Aí disfarço

    16:39 – THAYNA: Abro outra conversa

    16:39 – MONIQUE: Ok

    16:39 – THAYNA: Tá bem

    16:39 – THAYNA: Tá comigo na sala

    16:39 – THAYNA: Qualquer coisa te falo

    16:39 – MONIQUE: Ok

    16:46 – MONIQUE: Da um banho nele

    16:46 – MONIQUE: Pra ver se ele relaxa

    16:46 – THAYNA: Ele não quer entrar ali no corredor

    Henry reclama de dor de joelho
    16:47 – MONIQUE: Pqp

    16:47 – MONIQUE: Que merda do caralho

    16:47 – THAYNA: imagem* (fotografia de THAYNA, com HENRY no colo, aparentemente em um sofá)

    16:47 – MONIQUE: Coitado

    16:47 – THAYNA: Quer ficar assim no meu colo

    16:47 – MONIQUE: (emoji)

    16:47 – THAYNA: Tá reclamando que o joelho está doendo

    16:47 – THAYNA: (emoji)

    16:47 – MONIQUE: O que será que aconteceu?

    16:47 – THAYNA: Rose até perguntou se ele tinha machucado o pé

    Monique pensa em colocar microcâmera
    16:50 – MONIQUE: O que

    16:50 – THAYNA: Você um dia falar que vai demorar na rua

    16:50 – THAYNA: E ficar aqui em algum lugar escondida

    16:50 – THAYNA: Ou lá em baixo

    16:50 – THAYNA: E chegar do nada

    16:50 – MONIQUE: Ele foi pro nosso quarto ou o do Henry?

    16:50 – THAYNA: Para o seu quarto

    16:51 – MONIQUE: Eu vou colocar microcâmera

    16:51 – THAYNA: E sempre no seu quarto

    16:51 – MONIQUE: Me ajuda a achar um lugar

    16:51 – MONIQUE: Depois eu tiro

    16:51 – THAYNA: Meu padrinho instala câmeras

    16:51 – THAYNA: Tem até empresa de câmera

    16:51 – MONIQUE: Mas tem que ser imperceptível

    Babá preocupada com Henry
    16:51 – THAYNA: Porque não tá normal

    16:51 – MONIQUE: Vdd

    16:52 – MONIQUE: Vai me avisando se ele falar alguma coisa

    16:52 – THAYNA: E eu tenho medo pq cuido dele com muito amor e tenho medo até dele cair comigo. Aí não sei o que Jairinho faz quando chega, depois ele tá machucado sei lá

    16:52 – THAYNA: Tá bem

    16:52 – MONIQUE: Tô aqui de olho no telefone

    16:52 – THAYNA: Tá bem

    (Horário cortado) – THAYNA: imagem* (fotografia de THAYNA, com HENRY no colo, aparentemente em um sofá)

    Monique diz que já está chegando
    17:02 – MONIQUE: Alguma coisa estranha mesmo

    17:02 – MONIQUE: Jairinho me ligou

    17:02 – MONIQUE: Dizendo que chegou agora em casa

    17:02 – THAYNA: Po

    17:02 – THAYNA: Já chegou um tempão

    17:03 – MONIQUE: Estranho demais

    17:03 – THAYNA: Tá comigo comendo bolo

    17:03 – MONIQUE: Ele vai no barrashopping

    17:03 – THAYNA: Muito

    17:03 – MONIQUE: Fala pro Henry que o tio vai sair pra trabalhar de novo

    17:03 – MONIQUE: Que eu já já chego

    17:03 – THAYNA: Tá

    17:16 – THAYNA: Saiu agora

    17:16 – THAYNA: Tá eu e Henry em casa só

    17:19 – MONIQUE: Veja se ele fala alguma coisa

    Henry conta à babá as agressões
    17:22 – THAYNA: Estou tirando dele

    17:22 – MONIQUE: Ok

    17:22 – THAYNA: Pera aí

    17:25 – THAYNA: Então me contou que deu uma banda e chutou ele que toda vez faz isso

    17:25 – THAYNA: Que fala que não pode contar

    17:25 – THAYNA: Que ele perturba a mãe dele

    17:26 – THAYNA: Que tem que obedecer ele

    17:26 – THAYNA: Se não vai pegar ele

    17:28 – THAYNA: Combinei com ele agora

    17:29 – THAYNA: Toda vez que Jairinho chegar e você não tiver eu vou chamar ele pra brinquedoteca e ele vai aceitar ir

    17:29 – THAYNA: Porque estou aqui pra proteger ele

    17:29 – THAYNA: Aí eu disse se você confia na tia me da um abração aí ele me deu

    Henry fica quieto com a babá
    17:30 – THAYNA: imagem* (fotografia de mãos dadas entrelaçadas, aparentemente de THAYNA e HENRY)

    17:30 – THAYNA: Tá assim comigo

    17:33 – MONIQUE: Como assim? (se referindo ao trecho “Se não vai pegar ele”)

    17:33 – THAYNA: Ele não falou mais

    Henry está mancando
    17:49 – THAYNA: imagem* (vídeo focando nas pernas de HENRY, que está vestindo cueca e calçando chinelo)

    17:49 – THAYNA: Tá mancando

    17:50 – THAYNA: Mas tô cuidando dele

    17:50 – THAYNA: Termina tudo em paz

    17:50 – THAYNA: Quando você chegar a gente se fala

    17:50 – THAYNA: Vou dar banho nele

    17:50 – THAYNA: Beijos

    17:51 – MONIQUE: A porta do quarto estava aberta ou fechada qdo Henry entrou no quarto?

    Jairinho fechou a porta do quarto
    17:57 – THAYNA: Quando Henry entrou estava aberta

    17:57 – THAYNA: Depois ele fechou

    17:57 – THAYNA: E daí ficou até aquela hora com a porta fechada

    17:58 – THAYNA: Henry tá reclamando da cabeça

    17:58 – THAYNA: Pediu tia não lava não

    17:58 – THAYNA: Tá doendo

    17:58 – MONIQUE: Meu Deus

    17:58 – MONIQUE: Como assim?

    17:58 – MONIQUE: Pergunta tudo Thayná

    17:58 – MONIQUE: Será que ele bateu a cabeça?

    Henry com a cabeça machucada
    18:03 – THAYNA: imagem* (fotografia do joelho esquerdo de HENRY, aparentemente com uma equimose)

    18:03 – THAYNA: Ele disse que foi quando caiu que a cabeça ficou doendo

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