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Nova política do WhatsApp: saiba o que muda e o que fazer

Nova política do WhatsApp: saiba o que muda e o que fazer

Com mais de 2 bilhões de usuários no mundo inteiro e presente em mais de 180 países, o WhatsApp está disponível em 60 idiomas diferentes e é hoje o aplicativo mais popular do planeta. Mas vem causando polêmica e perdendo usuários para outros aplicativos semelhantes.

É que nos últimos dias, algumas pessoas estão recebendo a seguinte mensagem em seus smartphones: “O WhatsApp atualizará suas condições e sua política de privacidade”. A mudança, que começa a valer no dia 8 de fevereiro, impõe que quem deseja continuar utilizando o app vai precisar dar o seu consentimento ao Facebook, dono do aplicativo de mensagens, para compartilhar e utilizar os dados obtidos do WhatsApp no restante de seus serviços e propósitos.

Em sua plataforma, o WhatsApp detalha a gama de informações que podem ser disponibilizadas a outras empresas do grupo: número de telefone e outros dados que constem no registro (como o nome); informações sobre o telefone, incluindo a marca, modelo e a empresa de telefonia móvel; o número de IP, que indica a localização da conexão à internet; qualquer pagamento ou transação financeira realizada através do WhatsApp.

Também podem ser compartilhados números de contatos, atualizações de status, dados sobre a atividade do usuário no aplicativo (como tempo de uso ou o momento em que ele está online), foto de perfil, entre outros.

O WhatsApp já havia anunciado essas mudanças em outubro do ano passado, mas até então ninguém era obrigado a compartilhar os dados, era apenas voluntário. Agora, quem não concordar com a mudança, conforme a notificação enviada pela plataforma, é convidado a apagar o app e desativar a conta.

O CEO do WhatsApp, Will Cathcart, se pronunciou sobre o assunto através do seu perfil no Twitter, no dia 8 de janeiro. Na postagem, ele disse que “Com a criptografia de ponta a ponta, não podemos ver seus chats ou chamadas privadas e nem o Facebook. Estamos comprometidos com essa tecnologia e em defendê-la globalmente. [...] Isso não afeta a forma como as pessoas se comunicam em particular com amigos ou familiares, onde quer que estejam”.

Na análise da advogada especialista em Direito Digital, Ana Paula de Moraes, todos os dados e informações do usuário passarão a ser compartilhadas com o Facebook. “Há muito tempo nossos dados já são compartilhados com todas as nossas redes sociais, porque os nossos dados pagam as contas deles. Não existe almoço grátis. Eles nos dão uma ferramenta gratuita e a gente paga com nossas informações. Mas, diante das legislações regulatórias protetivas de dados que surgiram principalmente na Europa e também no Brasil, eles não podem mais fazer uso desses dados sem ter o consentimento do titular, que é o usuário. Então, na medida que o Facebook se torna dono do Instagram e do WhatsApp, obviamente ele vai querer fazer a convergência e coleta de todas as informações para fins comerciais”, explica.

Segundo ela, a atitude do WhatsApp vai de encontro à Lei Geral de Proteção de Dados e quem utiliza o aplicativo para fins comerciais deve ficar ainda mais atento.

“Se você faz vendas pelo WhatsApp e tem algum tipo de pagamento embutido por ali, esses dados também serão compartilhados. É uma falha de segurança absurda porque, se você tem um cartão de crédito ali inserido, o Facebook vai passar a coletar aquela informação e compartilhar com quem ele acha que vai pagar por esses dados, digamos assim”, alerta Ana Paula.

Nem todo mundo

A União Europeia e o Reino Unido, contudo, ficam de fora das mudanças. Devido a acordos firmados com organizações de proteção de dados da região, a empresa não vai impor o compartilhamento de informações. O fato foi interpretado por alguns como uma vitória da rígida legislação sobre privacidade e proteção de dados pessoais que a região vem implementando nos últimos anos.

Na Europa, o Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) impede o Facebook de compartilhar os dados do WhatsApp com suas outras empresas para seu próprio interesse. Enquanto nos países que fazem parte da União Europeia os serviços são prestados pela WhatsApp Ireland Limited, no restante do mundo estão a cargo da WhatsApp LLC.

O CORREIO entrou em contato com a assessoria do WhatsApp, que confirmou que “como informado no aviso encaminhado aos usuários, a aceitação das mudanças é obrigatória para a utilização da plataforma a partir de 8 de fevereiro”. Em nota, o aplicativo informou que a mudança se deve ao uso cada vez mais frequente da plataforma para comunicação com empresas.

O aplicativo alega que o objetivo do WhatsApp é proporcionar aos usuários mais facilidade tanto para comprar, como para conseguir suporte de uma empresa, diretamente na plataforma. “Para aumentar a transparência, o WhatsApp atualizou suas Políticas de Privacidade para que descrevam que, daqui para a frente, as empresas podem optar pelos serviços seguros de hospedagem do Facebook para ajudar no gerenciamento das comunicações com seus clientes no WhatsApp”, diz a nota.

De fato, em nenhum caso as conversas do WhatsApp serão compartilhadas porque a empresa não pode ler as mensagens do aplicativo, já que ele funciona com criptografia de ponta a ponta. Isso significa que, quando um usuário envia uma mensagem, ela é criptografada e somente será descriptografada quando chegar ao destinatário.

Concordo ou não concordo?

Para a chefe de cozinha Kátia Najara, de 50 anos, que utiliza a ferramenta para trabalho, é preciso estar bastante atento às políticas dos aplicativos e saber a hora de dizer ‘não concordo’. “Eu topei compartilhar o que eu publico nas minhas redes sociais. Sei que aquele conteúdo pode ser utilizado e pode ser vendido de alguma forma. Eu sei porque, quando faço qualquer busca no Google, na mesma hora eu começo a receber propaganda de conteúdos relacionados em todos os aplicativos, plataformas, etc. Mas agora já chega, basta”, diz.

Ela afirma que nunca fornece seu CPF quando vai ao supermercado, por exemplo, e não ativa a localização do seu celular. “Eu sempre fui muito cismada com todas as redes sociais. Eu demorei muito para entrar no Facebook, para entrar no Instagram. Justamente porque eu sempre soube que ninguém estava me dando nada de graça. Eu sabia que o preço ia chegar. E as coisas são muito bem feitas, para que a maioria das pessoas não percebam ou não achem nada demais”, explica Kátia.

Agora, ao saber da mudança na política do WhatsApp, a chefe de cozinha decidiu abandonar o aplicativo. “Não satisfeitos em vender todas as informações que eu publico nas minhas redes sociais, agora eles querem entrar no meu telefone. Qual é o próximo lugar, a minha gaveta de calcinhas?”, desabafa. Kátia disse que já baixou o Telegram, outro serviço de mensagens instantâneas, e já enviou um texto para todos os seus contatos no WhatsApp comunicando a sua decisão.

“O que eu puder fazer para preservar a minha privacidade eu faço”, afirma. Ela acrescenta que não se deixa iludir. Sabe que o Telegram e outros aplicativos podem não ser 100% seguros, mas, para ela, é a melhor opção agora. Mesmo que os aplicativos possam, no futuro, adotar as mesmas medidas que o WhatsApp está adotando, ela garante que não vai ter arrependimento e terá a consciência tranquila por saber que tentou. “Para mim, até o momento, o Telegram ainda garante segurança e privacidade, eu sei que nada garante que amanhã as coisas não possam mudar”.

A artista visual Aline Corujas, 27, compara as diversas mudanças de termos a documentos assinados sem se saber o que eles conté,de fato. "Acho delicado o contexto dessas alterações nas políticas de compartilhamento do WhatsApp. Acredito que muitas pessoas, assim como eu, há tempos vêm concordando com termos (uso e privacidade) quase sempre escritos em letras pequenas. Muitas vezes, sem sequer ler. É como ter vários documentos assinados sem saber com o que, de fato, estamos compactuando".

Para ela, a atenção que essa mudança atual vem tendo a sinalizou que é uma situação que merece um cuidado maior. "Essas mudanças podem ter grande impacto. Estou me inteirando do assunto pra entender melhor qual a implicação que essas alterações exercerão na minha rotina", afirma.

Alternativas

Mesmo com a tentativa do WhatsApp de acalmar os ânimos, a medida gerou uma onda de críticas e provocações. O empresário Elon Musk, CEO da Tesla e homem mais rico do mundo, sugeriu a migração para o concorrente Signal, assim como Jack Dorsey, cofundador do Twitter. Outros propuseram o Telegram.

O Signal aproveitou a oportunidade para destacar no Twitter que “nunca haverá anúncios no Signal, porque seus dados ficam em suas mãos, não nas nossas”.

Após o anúncio, o número de downloads do app Signal e do Telegram, também serviços de trocas de mensagens encriptadas, disparou. Hoje (11) o Signal, com cerca de 10 milhões de downloads, está em segundo lugar na categoria “Principais apps gratuitos” da Play Store. O Telegram, com 500 milhões, ocupa o quarto lugar. O WhatsApp ainda tem mais de 5 bilhões de downloads.

Para a especialista em segurança digital, Ana Paula Moraes, o Signal e o Telegram são, de fato, mais seguros, já que deixam bastante explícito que não fazem a coleta de informações dos usuários e, através deles, é possível ajustar as configurações para que a destruição das mensagens seja imediata após o envio.

Para quem decidir continuar no WhatsApp, ela alerta que é preciso ter alguns cuidados:

Nada de falar da vida pessoal
Evitar compartilhamento de fotos e vídeos com imagens de familiares e amigos
Configurar o aplicativo para ter a mínima quantidade possível de permissões habilitadas
Para aqueles que não se sentirem mais à vontade para continuar utilizando o WhatsApp, aqui vão algumas alternativas:

Signal - Signal é um serviço de mensagens criptografadas de plataforma cruzada desenvolvido pela Signal Foundation e Signal Messenger. Ele usa a Internet para enviar mensagens individuais e em grupo, que podem incluir arquivos, notas de voz, imagens e vídeos.
Telegram - O Telegram é um serviço de mensagens instantâneas baseado na nuvem. O Telegram está disponível para smartphones ou tablets, computadores e também como Aplicação web. Os usuários podem fazer chamadas com vídeo, enviar mensagens e trocar fotos, vídeos, autocolantes e arquivos de qualquer tipo.
Viber - Rakuten Viber é um aplicativo de multiplataforma proprietária no formato de mensageiro instantâneo voz sobre IP desenvolvido pela Viber Media, Inc. Além de mensagens de texto e voz, os usuários também podem enviar imagens e vídeos.
Kik - Kik Messenger, comumente chamado de Kik, é um aplicativo gratuito de mensagens instantâneas para celular da empresa canadense Kik Interactive, disponível gratuitamente nos sistemas operacionais iOS e Android.
Threema - Threema é um aplicativo de mensagens instantâneas criptografadas de ponta a ponta, gratuito e de código aberto para iOS e Android. O software é baseado nos princípios de privacidade desde o design, uma vez que não requer um número de telefone ou qualquer outra informação de identificação pessoal.
Wickr.Me - Wickr é um aplicativo para Android e iPhone designado para ajudar pessoas no envio de mensagens, incluindo fotos e anexos, que são automaticamente deletados a partir de um certo tempo.

Polêmicas

Em 2014, o Facebook comprou o WhatsApp por cerca de 16 bilhões de dólares. Agora, sete anos depois, o aplicativo de mensagens vai compartilhar os dados de alguns usuários do WhatsApp com o Facebook.

O WhatsApp foi fundado em 2009 por Brian Acton e Jan Koum, antigos empregados da Yahoo!. O aplicativo foi lançado em novembro de 2009. Em 2011, o WhatsApp era um dos 20 aplicativos no topo da loja de aplicativos da Apple, e passou a receber diversos investimentos de valores altíssimos

Em fevereiro de 2015, o WhatsApp foi suspenso temporariamente em todo o Brasil. A decisão foi tomada depois que o aplicativo se recusou a dar informações sobre um inquérito policial que investigava um crime de pedofilia ocorrido em Teresina. Mas a decisão logo foi derrubada.

Em 16 de dezembro de 2015, uma nova ordem judicial determinou o bloqueio do aplicativo por um período de 48 horas. Informações precisas não foram divulgadas, mas as operadoras estimam que se trate de uma investigação policial. O bloqueio está relacionado a uma possível quebra de sigilo de dados. No dia seguinte, uma nova decisão judicial considerou que a suspensão do serviço não seria algo razoável e o serviço foi restabelecido 12 horas após o bloqueio.

Em 2 de maio de 2016, o aplicativo volta a ser suspenso no país, com base nos artigos 11, 12, 13 e 14 do Marco Civil da Internet por até 72 horas.

Em 19 de julho de 2016, mais um episódio. WhatsApp voltou a ser suspenso por decisão da Justiça do Rio de Janeiro, também baseado no Marco Civil da Internet. No mesmo o dia, o Supremo Tribunal Federal suspendeu a decisão do bloqueio, liberando o uso do aplicativo no país.

Itens relacionados (por tag)

  • Por WhatsApp, babá narrou tortura de Dr. Jairinho em Henry: 'Chutou ele'

    Os investigadores da morte do menino Henry Borel revelaram nesta quinta-feira (8) uma troca de mensagens entre Monique Medeiros da Costa Silva de Almeida, mãe do menino, e Thayná de Oliveira Ferreira, babá da criança. Nas mensagens, Thayná descreve em tempo real a suposta tortura praticada pelo padrasto, o vereador Dr. Jairinho.

    As agressões teriam acontecido no quarto do apartamento onde Dr. Jairinho e Monique viviam no Rio de Janeiro. O episódio ocorreu no dia 12 de fevereiro, de acordo com os registros do WhatsApp.

    Os prints das mensagens foram descobertos na galeria do telefone de Monique. Segundo o G1, os investigadores classificaram as mensagens como "absolutamente contundentes".

    Apesar de ter sido apagado, a polícia conseguiu recuperar a íntegra da conversa graças a um software israelense chamado Cellebrite Premium.

    No relato da babá, Henry e Dr. Jairinho ficaram trancados por alguns minutos em um cômodo com o som da TV alto. Depois que saiu do quarto, a criança mostrou hematomas, contou que levou uma banda (uma rasteira) e chutes e reclamou de dores no joelho e na cabeça.

    Na conversa com a babá, a mãe de Henry, que não estava em casa, demonstrou estranheza com a presença de Jairinho no apartamento naquele horário.

    Dr. Jairinho e Monique foram presos nesta quinta-feira (8).

    Veja a íntegra das mensagens

    Henry trancado no quarto com Jairinho
    16:30 – THAYNA: Aí logo depois Jairinho chamou ele para ver que comprou algo

    16:30 – MONIQUE: Chama

    16:30 – MONIQUE: Aí meu Deus


    16:30 – THAYNA: Aí ele foi para o quarto

    16:30 – MONIQUE: Estou apavorada

    16:30 – THAYNA: De início gritou tia


    16:30 – THAYNA: Depois tá quieto

    16:30 – THAYNA: Aí eu respondi oi

    16:30 – THAYNA: Aí ele nada

    16:30 – MONIQUE: Vai lá mesmo assim

    16:30 – THAYNA: Tá

    16:31 – MONIQUE: Fala assim: sua mãe me ligou falando para vc ir na brinquedoteca brincar com criança

    16:31 – MONIQUE: E fica lá um tempo

    16:31 – MONIQUE: Jairinho não falou que ia para caaa

    16:31 – MONIQUE: casa

    16:31 – THAYNA: Então eu chamo e nenhum dos dois falam nada

    TV alta com voz de desenho
    16:31 – MONIQUE: Bate na porta

    16:32 – THAYNA: Não respondem

    16:32 – MONIQUE: Thaina

    16:32 – THAYNA: Eu só escuto voz de desenho

    16:32 – THAYNA: Acho melhor você vir

    16:32 – MONIQUE: Entra no quarto mesmo assim

    16:32 – THAYNA: E daí se tiver acontecendo algo você vê

    16:32 – THAYNA: Fico com medo do Jairinho não gostar da invasão

    16:32 – THAYNA: Pera vou tentar abrir a porta

    16:32 – MONIQUE: Ele não tem que gostar de nada

    16:32 – THAYNA: Abriu a porta do quarto

    16:32 – MONIQUE: E aí?

    16:32 – MONIQUE: Aí meu pai amado

    (a babá então envia uma foto à mãe. Na imagem, Thainá aparentemente segura Henry no colo)

    Henry não quer ficar sozinho na sala
    16:35 – MONIQUE: Deu ruim?

    16:35 – MONIQUE: Sabia

    16:35 – MONIQUE: Pergunta tudo

    16:35 – MONIQUE: Pergunta o que o tio falou

    16:35 - THAYNA: Então agora não quer ficar na sala sozinho

    16:35 - THAYNA: Só quer ficar na cozinha

    16:36 - THAYNA: Jairinho falou thayna deixa a mãe dele fazer as coisas

    Babá com Henry na sala
    16:36 – MONIQUE: Pergunta se ele quer vir pro shopping?

    16:36 - THAYNA: Não liga não

    16:36 - THAYNA: Falei não to falando com ela não

    16:36 - THAYNA: To falando com minha mãe

    16:36 - THAYNA: Ai ele ah tá

    16:36 - THAYNA: imagem* (fotografia de Thayná com Hnery ao seu lado, aparentemente em um sofá)

    16:36 - THAYNA: To sentada com ele na sala

    16:36 - THAYNA: Vendo desenho

    16:36 – MONIQUE: Fala que vai na brinquedoteca

    16:36 – MONIQUE: Eu mando um uber

    16:37 - THAYNÁ: A rose ta fazendo as coisas

    16:37 – MONIQUE: Aí meu Deus

    16:37 – MONIQUE: Que merda

    Jairinho arrumando a mala
    16:37 - THAYNA: A rose ta fazendo as coisas

    16:37 – MONIQUE: Ai meu Deus

    16:37 – MONIQUE: Que merda

    16:37 – MONIQUE: Ver se ele quer sair de casa

    16:37 – THAYNA: Tô falando com ele

    16:37 – MONIQUE: Ou ficar aí

    16:37 - THAYNA: Ele quer que eu fique sentada ao lado dele só

    16:37 - MONIQUE: Coitado do meu filho

    16:37 - THAYNA: Jairinho tá arrumando a mala

    16:37 - MONIQUE: Se eu soubesse nem tinha saído

    16:38 - MONIQUE: Pergunta o que o tio falou

    16:38 - MONIQUE: Fala assim: tio Jairinho é tão legal, o que ele falou com vc?

    16:38 - THAYNA: Jairinho tá aqui perto

    16:38 - THAYNA: Depois pergunto

    16:38 - MONIQUE: Ok

    Jairinho andando pela casa
    16:38 - THAYNA: Jairinho tá andando pela casa

    16:38 - THAYNA: Acho que prestando atenção no que eu tô fazendo

    16:38 - THAYNA: (emoji)

    16:38 – MONIQUE: Ok

    16:38 – MONIQUE: Daqui a pouco vc me fala

    16:39 – THAYNA: Aí disfarço

    16:39 – THAYNA: Abro outra conversa

    16:39 – MONIQUE: Ok

    16:39 – THAYNA: Tá bem

    16:39 – THAYNA: Tá comigo na sala

    16:39 – THAYNA: Qualquer coisa te falo

    16:39 – MONIQUE: Ok

    16:46 – MONIQUE: Da um banho nele

    16:46 – MONIQUE: Pra ver se ele relaxa

    16:46 – THAYNA: Ele não quer entrar ali no corredor

    Henry reclama de dor de joelho
    16:47 – MONIQUE: Pqp

    16:47 – MONIQUE: Que merda do caralho

    16:47 – THAYNA: imagem* (fotografia de THAYNA, com HENRY no colo, aparentemente em um sofá)

    16:47 – MONIQUE: Coitado

    16:47 – THAYNA: Quer ficar assim no meu colo

    16:47 – MONIQUE: (emoji)

    16:47 – THAYNA: Tá reclamando que o joelho está doendo

    16:47 – THAYNA: (emoji)

    16:47 – MONIQUE: O que será que aconteceu?

    16:47 – THAYNA: Rose até perguntou se ele tinha machucado o pé

    Monique pensa em colocar microcâmera
    16:50 – MONIQUE: O que

    16:50 – THAYNA: Você um dia falar que vai demorar na rua

    16:50 – THAYNA: E ficar aqui em algum lugar escondida

    16:50 – THAYNA: Ou lá em baixo

    16:50 – THAYNA: E chegar do nada

    16:50 – MONIQUE: Ele foi pro nosso quarto ou o do Henry?

    16:50 – THAYNA: Para o seu quarto

    16:51 – MONIQUE: Eu vou colocar microcâmera

    16:51 – THAYNA: E sempre no seu quarto

    16:51 – MONIQUE: Me ajuda a achar um lugar

    16:51 – MONIQUE: Depois eu tiro

    16:51 – THAYNA: Meu padrinho instala câmeras

    16:51 – THAYNA: Tem até empresa de câmera

    16:51 – MONIQUE: Mas tem que ser imperceptível

    Babá preocupada com Henry
    16:51 – THAYNA: Porque não tá normal

    16:51 – MONIQUE: Vdd

    16:52 – MONIQUE: Vai me avisando se ele falar alguma coisa

    16:52 – THAYNA: E eu tenho medo pq cuido dele com muito amor e tenho medo até dele cair comigo. Aí não sei o que Jairinho faz quando chega, depois ele tá machucado sei lá

    16:52 – THAYNA: Tá bem

    16:52 – MONIQUE: Tô aqui de olho no telefone

    16:52 – THAYNA: Tá bem

    (Horário cortado) – THAYNA: imagem* (fotografia de THAYNA, com HENRY no colo, aparentemente em um sofá)

    Monique diz que já está chegando
    17:02 – MONIQUE: Alguma coisa estranha mesmo

    17:02 – MONIQUE: Jairinho me ligou

    17:02 – MONIQUE: Dizendo que chegou agora em casa

    17:02 – THAYNA: Po

    17:02 – THAYNA: Já chegou um tempão

    17:03 – MONIQUE: Estranho demais

    17:03 – THAYNA: Tá comigo comendo bolo

    17:03 – MONIQUE: Ele vai no barrashopping

    17:03 – THAYNA: Muito

    17:03 – MONIQUE: Fala pro Henry que o tio vai sair pra trabalhar de novo

    17:03 – MONIQUE: Que eu já já chego

    17:03 – THAYNA: Tá

    17:16 – THAYNA: Saiu agora

    17:16 – THAYNA: Tá eu e Henry em casa só

    17:19 – MONIQUE: Veja se ele fala alguma coisa

    Henry conta à babá as agressões
    17:22 – THAYNA: Estou tirando dele

    17:22 – MONIQUE: Ok

    17:22 – THAYNA: Pera aí

    17:25 – THAYNA: Então me contou que deu uma banda e chutou ele que toda vez faz isso

    17:25 – THAYNA: Que fala que não pode contar

    17:25 – THAYNA: Que ele perturba a mãe dele

    17:26 – THAYNA: Que tem que obedecer ele

    17:26 – THAYNA: Se não vai pegar ele

    17:28 – THAYNA: Combinei com ele agora

    17:29 – THAYNA: Toda vez que Jairinho chegar e você não tiver eu vou chamar ele pra brinquedoteca e ele vai aceitar ir

    17:29 – THAYNA: Porque estou aqui pra proteger ele

    17:29 – THAYNA: Aí eu disse se você confia na tia me da um abração aí ele me deu

    Henry fica quieto com a babá
    17:30 – THAYNA: imagem* (fotografia de mãos dadas entrelaçadas, aparentemente de THAYNA e HENRY)

    17:30 – THAYNA: Tá assim comigo

    17:33 – MONIQUE: Como assim? (se referindo ao trecho “Se não vai pegar ele”)

    17:33 – THAYNA: Ele não falou mais

    Henry está mancando
    17:49 – THAYNA: imagem* (vídeo focando nas pernas de HENRY, que está vestindo cueca e calçando chinelo)

    17:49 – THAYNA: Tá mancando

    17:50 – THAYNA: Mas tô cuidando dele

    17:50 – THAYNA: Termina tudo em paz

    17:50 – THAYNA: Quando você chegar a gente se fala

    17:50 – THAYNA: Vou dar banho nele

    17:50 – THAYNA: Beijos

    17:51 – MONIQUE: A porta do quarto estava aberta ou fechada qdo Henry entrou no quarto?

    Jairinho fechou a porta do quarto
    17:57 – THAYNA: Quando Henry entrou estava aberta

    17:57 – THAYNA: Depois ele fechou

    17:57 – THAYNA: E daí ficou até aquela hora com a porta fechada

    17:58 – THAYNA: Henry tá reclamando da cabeça

    17:58 – THAYNA: Pediu tia não lava não

    17:58 – THAYNA: Tá doendo

    17:58 – MONIQUE: Meu Deus

    17:58 – MONIQUE: Como assim?

    17:58 – MONIQUE: Pergunta tudo Thayná

    17:58 – MONIQUE: Será que ele bateu a cabeça?

    Henry com a cabeça machucada
    18:03 – THAYNA: imagem* (fotografia do joelho esquerdo de HENRY, aparentemente com uma equimose)

    18:03 – THAYNA: Ele disse que foi quando caiu que a cabeça ficou doendo

  • Após falha global, Google diz que resolveu instabilidade nos serviços

    O Google informou no final da manhã desta segunda-feira (14) que a instabilidade nos seus serviços já foi solucionada e tudo deve estar normalizado para a maioria dos usuários. A empresa não deu detalhes do erro que deixou Gmail, YouTube, Google Docs e outros serviços fora do ar para as pessoas em todo o mundo.

    As reclamações começaram por volta das 8h40, com pico de mais de 20 mil reclamções no Brasil pouco antes das 9h, segundo o site Downdetector, que monitora situações de serviços que ficam fora do ar. Depois desse horário, as notificações de erro foram diminuindo.

    Além do Brasil, foram registradas reclamações nos EUA, Japão, Reino Unido e outros países, indicando uma falha global.

    Ao tentar acessar, usuários encontram mensagens de erro temporário nos serviços. “Sua conta está temporariamente indisponível; lamentamos o transtorno e sugerimos que você tente novamente em alguns minutos”. O app para celular, por sua vez, não recebe novos e-mails.

    Foram registradas instabilidades também no YouTube TV, Classroom, Nest (produtos de casa conectada do Google), Play Store (loja de aplicativos no Android), YouTube Music, Google Home, Stadia (streaming de jogos), Google Hangouts, Google Maps, Google Meet e Google Duo.

    O problema nos sites gerou memes nas redes sociais.

  • Nova função do WhatsApp permite envio de mensagens temporárias que somem em 7 dias

    Imagine enviar uma mensagem com data de validade? Nesta quinta-feira (5), o WhatsApp anunciou que em breve irá lançar o recurso de "mensagem temporária", a nova ferramenta irá possibilitar o envio de textos já pré-determinados para sumirem após sete dias. De acordo com a plataforma, o objetivo da atualização é otimizar espaço no smartphone do usuário. O recurso deve ficar disponível no Brasil ainda neste mês de novembro, através de atualização.

    “Como queremos que as conversas no WhatsApp sejam similares às conversas que temos pessoalmente, desenvolvemos uma maneira prática para apagar automaticamente as mensagens que não precisam ser guardadas para sempre”, explica comunicado.

    Para utilizar a nova função, basta ativá-la nas configurações do aplicativo. A partir desta ativação, todas as mensagens envidas terão caráter temporário e desaparecerão após sete dias. Mensagens recebidas ou enviadas antes disso não serão afetadas. A nova função poderá ser utilizada em conversas individuais ou em grupos, no entanto, neste último, a ferramenta deverá ser acionada somente pelos administradores.

    Em relação a fotos, vídeos e outros tipos de mídia, eles também poderão ser excluídos da conversa após sete dias, mas devem continuar armazenados no dispositivo do usuário caso o download automático esteja ativado.

    Veja alguns pontos importantes sobre a atualização no FAQ do WhatsApp:
    Mensagens temporárias desaparecerão mesmo que um usuário não abra o WhatsApp durante sete dias. Contudo, pode ser que a pré-visualização da mensagem seja exibida nas notificações até que o WhatsApp seja aberto.

    Ao responder diretamente a uma mensagem, ela será exibida acima da sua resposta. Se você responder a uma mensagem temporária, o texto dessa mensagem poderá ser exibido mesmo depois de sete dias.

    Se uma mensagem temporária é encaminhada para uma conversa onde as mensagens temporárias estão desativadas, essa mensagem não desaparecerá da conversa para onde foi encaminhada.

    Se um usuário fizer backup antes de uma mensagem desaparecer, essa mensagem temporária será incluída ao backup. Contudo, a mensagem temporária será apagada quando o usuário restaurar o backup.

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