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Novo técnico do Vitória, Wagner Lopes jogou a Copa de 1998 pelo Japão

Novo técnico do Vitória, Wagner Lopes jogou a Copa de 1998 pelo Japão

O novo treinador do Vitória já fez muito sucesso do outro lado do planeta. Na época em que ainda calçava chuteiras, Wagner Lopes construiu quase toda a carreira no Japão. Atacante revelado nas categorias de base do São Paulo, ele se profissionalizou em 1985 e, após dois anos jogando no Brasil, se transferiu para o futebol nipônico.

Por lá, defendeu sete clubes: Yokohama Marinos, Kashiwa Reysol, Honda, Shonan Bellmare, Nagoya Grampus, FC Tokyo e Avispa Fukuoka, pelo qual aposentou em 2002. Fez tanto sucesso que se naturalizou japonês e defendeu a seleção na Copa do Mundo de 1998, na França, e na Copa América de 1999, no Paraguai - a nação asiática foi convidada para o torneio sul-americano.

Wagner iniciou como técnico no Paulista, em 2011. Treinou equipes como Goiás, Bragantino, Paraná, Londrina, Criciúma e Vila Nova, último clube, de onde saiu em junho. Aos 52 anos, Wagner Lopes foi anunciado pelo Vitória na noite de quinta-feira (12).

A estreia é domingo (15), às 16h, contra o CRB, no Barradão, em jogo válido pela 18ª rodada da Série B do Brasileiro. Estão programados dois treinos antes da partida. A reapresentação do elenco ocorre nesta sexta-feira (13), às 8h, quando o novo treinador será apresentado ao elenco.

Wagner Lopes assume o Vitória na zona de rebaixamento. Com 14 pontos, o rubro-negro é o 17º colocado. Ele é o terceiro treinador do clube nesta Série B e na temporada. Rodrigo Chagas foi demitido após a 2ª rodada e Ramon Menezes caiu depois da 15ª.

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    Sete jogos, sete vitórias. A campanha da Seleção Brasileira rumo à Copa do Mundo de 2022, no Catar, continua perfeita. Nesta quinta-feira (2), o Brasil derrotou o Chile por 1x0, em Santiago, pela 7ª rodada das Eliminatórias sul-americanas, e manteve a liderança.

    O meia Everton Ribeiro saiu do banco de reservas no intervalo e fez o único gol da partida aos 18 minutos do segundo tempo no estádio Monumental. A casa do Colo-Colo, com capacidade para 47 mil torcedores, teve 10 mil ingressos colocados à venda.

    Apesar da vitória, o confronto foi perigoso para a Seleção. No primeiro tempo, uma chance de gol perdida por Gabigol aos 14 segundos passou a falsa impressão de que o Brasil poderia ter amplo domínio, mas o que se viu foi o contrário. O Chile dominou a posse de bola, controlou o meio-campo com a dupla Vidal e Aránguiz e deixou o Brasil limitado a jogadas isoladas.

    O goleiro Weverton apareceu bem e fez uma defesa importante. Em outro lance, os chilenos balançaram a rede com Morales, mas Mena (ex-Bahia) estava impedido na origem da jogada. No outro lado, Neymar teve uma chance em contra-ataque rápido e finalizou por cima do gol ao tentar colocar no ângulo.

    O intervalo foi um marco. Tite voltou com Everton Ribeiro no lugar de Vinicius Junior (além de Gerson no de Bruno Guimarães). A substituição, aliada a uma participação maior dos laterais e também de Neymar nas ações ofensivas, deixou o Brasil mais intenso no campo de ataque.

    A jogada do gol, por sinal, teve disso tudo um pouco. Começou com o avanço de Danilo pela direita, que tocou para Everton Ribeiro e este passou de primeira para Neymar. O goleiro Bravo pegou a finalização à queima-roupa do camisa 10, mas o flamenguista pegou o rebote e fez 1x0.

    O Brasil manteve o nível depois do gol e teve chance de ampliar logo depois. Aos 22 minutos, Neymar cobrou falta na área, Militão cabeceou e Marquinhos chutou fraco, facilitando a defesa de Bravo.

    O Chile a essa altura incomodava menos do que no primeiro tempo. Quando chegou, a zaga brasileira se sobressaiu. Um lance, porém, assustou. Aos 41 minutos, Vidal se enroscou com Casemiro na área e caiu pedindo pênalti. O árbitro parou o jogo para consultar o VAR e, após alguns minutos, mandou seguir. Depois disso, a Seleção administrou o placar com tranquilidade até o apito final.

    O próximo compromisso do Brasil é simplesmente o maior clássico sul-americano. Enfrenta a Argentina domingo, na Neo Química Arena, em São Paulo, às 16h. É um jogo atrasado da 6ª rodada, que foi adiada de março por causa da pandemia de coronavírus.

    Será o primeiro reencontro com o rival após a final da Copa América, vencida pelos argentinos diante do Brasil em pleno Maracanã, em julho. Nas Eliminatórias, a Argentina está em 2º lugar, com 15 pontos.

    O zagueiro Marquinhos recebeu o terceiro cartão amarelo e desfalcará o time nacional. Lucas Veríssimo e Miranda são as opções para compor a dupla com Éder Militão.

  • Com mais uma final, Brasil tem recorde de medalhas em Olimpíadas

    A vitória do Brasil diante da Coreia do Sul pela semifinal do vôlei feminino foi histórica. Com o resultado, o País bateu em Tóquio-2020 o recorde de medalhas em uma edição dos Jogos Olímpicos. A marca anterior havia sido conquistada na Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016, com 19 pódios.

    Nos Jogos de Tóquio, o Time Brasil já colocou 16 medalhas no peito (quatro ouros, quatro pratas e oito bronzes) e tem mais quatro pódios garantidos. São duas finais no boxe, com Bia Ferreira e Hebert Souza, o futebol masculino, que decide o ouro diante da Espanha, e, claro, o vôlei feminino contra os Estados Unidos.

    Esse número ainda pode aumentar, já que o hipismo brasileiro está na final por equipes dos saltos, e Isaquias Queiroz tem boas chances de conquistar uma medalha na canoa individual, prova de 1.000m. Ele é um dos favoritos e já garantiu a prata nos Jogos Olímpicos do Rio-2016.

    Até o momento, o Brasil conquistou ouro com o surfista Italo Ferreira - primeiro campeão olímpico da modalidade -, a ginasta Rebeca Andrade, no salto, a dupla Martine Grael e Kahena Kunze - bicampeãs olímpicas na classe 49erFX da vela-, e Ana Marcela Cunha, na maratona aquática.

    No individual geral, a atleta da ginástica artística Rebeca Andrade também conquistou a prata, assim como os skatistas Kelvin Hoefler, Pedro Barros e Rayssa Leal.

    O bronze veio com os nadadores Fernando Scheffer e Bruno Fratus, os judocas Daniel Cargnin e Mayra Aguiar, Alison dos Santos e Thiago Braz no atletismo, a dupla de tenistas Laura Pigossi e Luisa Stefani e no boxe com Abner Teixeira.

  • Após dois meses no cargo, Ramon Menezes é demitido do Vitória

    Ramon Menezes não é mais o treinador do Vitória. O CORREIO apurou que o ídolo rubro-negro foi demitido do cargo na noite de quarta-feira (4), quando deixou o alojamento da Toca do Leão, onde estava morando. O desligamento ocorre um dia após a eliminação do time nas oitavas de final para o Grêmio na Copa do Brasil. A demissão foi divulgada inicialmente pelo site Galáticos Online.

    Ramon Menezes deixa a Toca do Leão após cinco derrotas, seis empates e apenas três triunfos. Em 16 jogos, o aproveitamento foi de 31,2%. A situação atual do Vitória na Série B do Campeonato Brasileiro é delicada. Em 15º lugar, o rubro-negro soma os mesmos 13 pontos de Ponte Preta, Londrina e Cruzeiro. Os últimos dois são integrantes da zona de rebaixamento.

    O Reizinho da Toca, como era conhecido na época em que ainda calçava chuteiras, foi anunciado como novo treinador do Vitória em 8 de junho. Ele estreou no jogo de volta da terceira fase da Copa do Brasil e conduziu o time à classificação às oitavas de final após reverter placar adverso da primeira partida e vencer o Internacional por 3x1, no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. O time, no entanto, não manteve a boa atuação.

    Na ocasião, Ramon Menezes substituiu Rodrigo Chagas, demitido após a 2ª rodada da Série B. O ex-técnico entrou de férias após deixar o posto. No mês passado, quando retornou, definiu a saída do clube para seguir a carreira de treinador profissional. Com aproveitamento de 51% em 30 jogos, ele é o comandante com melhor desempenho na gestão do atual presidente Paulo Carneiro.

    A reportagem entrou em contato com o Vitória, mas o clube não confirmou se a rescisão chegou a ser concluída. Um retorno de Rodrigo Chagas ao posto, no entanto, é improvável, pois fontes relatam que, após discussões, a relação entre o presidente e técnico está estremecida.

    O Vitória retornou na quarta-feira (4) de Porto Alegre, onde perdeu para o Grêmio por 1x0 na noite de terça (3) e se despediu da Copa do Brasil. O elenco foi liberado na chegada a Salvador e se reapresentou nesta manhã na Toca do Leão. O treinamento tático, o primeiro visando o jogo de sábado (7), contra o Vasco, pela Série B, foi comandado por Ricardinho, auxiliar técnico fixo do clube.

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