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BBB 21 supera 1 bilhão de interações no Facebook e no Instagram

BBB 21 supera 1 bilhão de interações no Facebook e no Instagram

O público do Big Brother Brasil 21 não só assistiu o programa, mas também comentou e engajou nas redes sociais. O reality show da Globo não teve somente audiência na televisão, mas também no Facebook e Instagram.

Dados do Facebook e da plataforma CrowdTangle mostraram que, nos últimos três meses, os brasileiros fizeram mais de 167 milhões de posts e comentários sobre o BBB na rede social. Além disso, juntando os 20 perfis dos brothers no Instagram, foram mais de 1,1 bilhão de interações nas publicações feitas por meio das contas pessoais de cada um na plataforma, no mesmo período.

Outro dado interessante é que o competidor Arcrebiano, apesar de ter sido o segundo eliminado do programa, ficou entre os três brothers mais mencionados desta edição no Facebook, juntamente com Gilberto e Juliette.

O fenômenno Juliette
A campeã desta edição, Juliette Freire, também alcançou o título de participante com mais seguidores no Instagram. Atualmente, com mais de 27 milhões de pessoas seguindo o perfil que mantém, a paraibana teve um crescimento de mais de 17.700% na rede social, considerando a data de início do programa.

Gilberto Nogueira, hoje com mais de 12 milhões de pessoas que acompanham o perfil dele, foi o segundo a atrair mais seguidores, seguido por Lucas Penteado, atualmente com mais de 10 milhões. O ator foi também o brother que mais ganhou novos seguidores em um único dia. Em 7 de fevereiro, quando pediu para sair do reality, 3,6 milhões de pessoas começaram a seguir o perfil.

Temas mais mencionados
Neste ano, as brigas por comida foram os temas mais mencionados nas conversas no Facebook sobre o BBB 21, com os termos queijo, leite condensado e arroz, nesta ordem, aparecendo como os mais usados neste contexto.

Com duas festas por semana, os brothers puderam aproveitar diversos shows ao longo desta temporada. As apresentações de cantores na casa que geraram mais publicações e comentários foram a do Daniel, Luan Santana e o DJ Alok. Já nas festas dos líderes, o pódio em menções ficou para a Festa do Fiuk, Festa do Arthur e Festa da Sarah.

Os castigos do monstro geraram discussões e risadas dentro da casa e muitos comentários fora dela. De todos os castigos da edição, os mais falados no Facebook foram "o extraterrestre", realizado por Gil e Sarah, "flor e abelha", feito por Gil e Lucas e a dupla "frango e brócolis", vividos por Pocah e Projota

 

Itens relacionados (por tag)

  • Conhecido por esculturas do Dique, Tatti Moreno iniciou como santeiro e fez Cristo Gigante no Peru

    O sonho de todo artista é ter o trabalho reconhecido. Tatti Moreno conseguiu e foi além: o artista plástico ajudou a construir a identidade da cidade, representando entidades importantes para um povo e transformando sua obra em cartões postais de Salvador.

    Octavio de Castro Moreno Filho morreu na última quarta-feira (13) aos 77 anos, em sua casa. A informação foi confirmada ao CORREIO pela esposa do artista, Gisele Fraga, mas a causa da morte não foi divulgada. O velório do corpo do artista será a partir das 11h30, no Cemitério Jardim da Saudade, em Brotas. Tatti teve três filhos do casamento com Mimi Fonseca, falecida em novembro de 2021: André, Gustavo e Paula Moreno. Tinha 4 netos.

    Tatti é o escultor dos orixás do Dique do Tororó, que está no local desde 1998, cartão postal da capital baiana - sua obra célebre. Mas ele também é autor de tantas outras esculturas que falam muito pela cidade: as estátuas de Jorge Amado e Zélia Gattai, além da imponente imagem de Iemanjá no largo de Cira, ambas no Rio Vermelho; as esculturas em homenagem a Mãe Stella na avenida que leva seu nome, em Stella Maris.

    Ainda em Salvador, também há obras do artista no Jardim dos Namorados. E ele foi além, com trabalhos no Lago Paranoá, em Brasília; nos jardins da Estação Tucuruvi, no Metrô de São Paulo; e um Cristo Redentor de tamanho similar ao original carioca, mas, no seu caso, feito em Lima, no Peru.

    Professor e historiador especialista na área da Cultura Material e Iconografia, Rafael Dantas resume bem o trabalho de Tatti era um artista de obras públicas. Livres e representativas. “Um dos últimos representantes de um cenário de atuação artística que marcou a ideia de baianidade entre os anos 1980 e 1990. Tatti conseguiu marcar uma estética muito própria, com muita influência do lado afro, sendo representado ali pelos Orixás do Dique do Tororó, mas não só por isso. Ele tinha um modo muito especial de representar a Bahia”, explica o historiador.

    O artista gostava de trabalhar com materiais imponentes e suportes diferenciados como fibra de vidro, ferro e aço. Matérias-prima duráveis e resistentes, que davam uma boa ideia de como Tatti gostava de fazer sua arte para a posteridade - buscando a imortalidade inerente ao trabalho artístico.

    “Tatti representou uma genialidade artística, é interessante perceber isso porque o artista pode ir, mas suas obras ficam. Ele fica eternizado na cidade de Salvador e na Bahia. É uma notícia muito triste e é importante que tanto município quanto o Estado façam homenagens a esse artista que tanto contribuiu”, defende Rafael.

    Presidente da Fundação Gregório de Mattos, Fernando Guerreiro lamentou a morte do artista e garantiu que sua passagem foi definitiva. “Tatti criou uma obra única, inimitável, com uma forte relação com nossa ancestralidade africana. Deixa muita saudade do seu jeito brincalhão, alto astral, sempre com uma ideia nova na cabeça. Morre o artista, fica a obra e a obrigação de preservá-la”, disse. O governo do estado decretou luto oficial nesta quinta-feira (14) em todo o estado.

    Santos e orixás

    Conhecido pela temática do candomblé, Tatti foi aluno de Mário Cravo Jr. num curso livre na Escola de Belas Artes da Ufba, em 1968. Em 1970, já estava fazendo a sua primeira exposição em Salvador. De lá para cá, levou sua arte para várias capitais brasileiras e participou de mostras em países como França, Portugal e Holanda.

    Ironicamente, ele iniciou sua carreira aos 12 anos como um santeiro católico. É o que relembra o amigo e biógrafo Claudius Portugal, autor do livro A Arte de Tatti Moreno, lançado em 2016 para comemorar o meio século de trabalho do artista plástico.

    “A primeira fase de escultor dele é fazendo santos e depois ele passa para outras vertentes, como instrumentos musicais, que particularmente gosto muito, até chegar aos orixás”, relembra Portugal, que também contou outras curiosidades sobre o homem de jeito dócil e que andava com um tapa-olho de metal característico.

    Por exemplo: além de artista plástico, Tatti era professor de capoeira, ofício que também era exercido por seu irmão, Tutti. "Nós sempre fomos próximos. Eu conheci Tatti ainda menino porque ele era professor de capoeira, tanto ele quanto Tutti que é baterista. Ele era professor de capoeira no Comcena, no CenaVox. Fui morar fora e quando voltei, voltamos a nos ver. Quando ele resolveu fazer esse livro com sua biografia artística, me convidou para escrever e assim o fiz, pegando os pontos que mais eram ressaltados", contou.

    Quem conviveu com Tatti relata que era um homem de personalidade doce e que adorava viver. A vida era algo precioso e por isso ele valorizava tanto. Gostava de viver e deixar viver, talvez até por isso tenha despertado a fúria de setores conservadores, mais evangélicos, com seus trabalhos represetando orixás, por exemplo.

    Odiava trânsito ruim e sempre fazia questão de expressar seu descontentamento ao enfrentar uma via engarrafada. Isso só não o chateava mais do que esquecer nomes - o que classificava como um defeito horrendo.

    "Todos os prazeres do viver ele era afeito. Então, era uma pessoa que viveu muito a cidade, essa baianidade que ficou folclorizada depois nos botequins, na noite, na vida baiana. Ele ia das camadas mais populares às mais sofisticadas e ricas da cidade. Frequentava as duas pontas e isso dava a ele uma alegria de viver muito grande", relembrou Claudius.

    Xirê no Dique

    Os Orixás do Dique, provavelmente a criação que mais simboliza a obra de Tatti Moreno, foram inaugurados em 2 de abril de 1998. São doze esculturas, sendo que oito delas ficam no espelho d'água, enquanto outras quatro ficam na terra. Na água, estão representados Oxalá, Xangô, Oxum, Iansã, Ogum, Iemanjá, Nanã e Logun-Edé. Em terra, Oxossi, Eua, Oxumaré e Ossain.

    O projeto artístico fazia parte da revitalização do Dique do Tororó, durante o governo Paulo Souto. Tatti levou 16 anos tentando emplacar o projeto, e conseguiu com a intermediação de Antônio Carlos Magalhães, que na época era senador. A revitalização incluiu a despoluição da água e instalada uma fonte luminosa onde ficam os orixás.

    A inauguração teve presença de autoridades e artistas da axé music. “O Dique é a primeira grande obra que dá início aos preparativos da cidade para o terceiro milênio e para a comemoração dos seus 450 anos”, disse ao CORREIO, no dia da inauguração, o Secretário de Planejamento, Luiz Carreira.

    Alexandre San Goes, que escreveu uma dissertação de mestrado sobre os Orixás do Dique, observa em seu texto que outras regiões da cidade foram contempladas com a temática afro-brasileira: os Correios da Av. Paulo VI; o Parque de Pituaçu; o Largo de Santana; o Parque das Esculturas; o Centro da Ancestralidade na Av. Oceânica; a casa de Yemanjá, no Rio Vermelho; a Sereia de Itapuã e a Praça de Mãe Runhó no Engenho Velho da Federação.

  • São João em Salvador terá shows de Adelmário Coelho, Bell Marques e Juliette, anuncia Rui; saiba mais

    O governador Rui Costa anunciou, na manhã desta terça-feira (12), as primeiras atrações confirmadas pelo governo do Estado para animar os festejos juninos na capital baiana. A relação inclui nomes como Adelmário Coelho, Pablo, Bell Marques e até a ex-BBB, que iniciou a carreira musical, Juliette.

    Segundo o gestor, já estão confirmados as apresentações tradicionais no Pelourinho, o concurso estadual de quadrilhas juninas e o São João de Paripe, no Subúrbio Ferroviário. Haverá ainda festejos de São João e São Pedro no Parque de Exposições.

    “E, para isso, o Governo do Estado já contratou artistas como Adelmário Coelho, Pablo, Targino Gondim, Bell Marques, Flávio José, banda Limão com Mel, Juliette e estamos buscando mais artistas para as festas juninas em toda a Bahia”, anunciou o governador por meio do Twitter.

    Confira o calendário de festas:

    Pelourinho: 23 a 26 de junho
    Paripe: 23 e 24 de junho
    Parque de Exposições: 23 a 26 de junho e 30 a 2 de julho
    Concurso de quadrilhas juninas: 16 a 19 de junho

    Festa tradicional
    Na segunda (11), o governador havia confirmado a realização da festa em toda a Bahia. Alô, Ibicuí! Aproveitamos a visita ao município para anunciar que vai ter São João em 2022! E o Governo do Estado vai ajudar as prefeituras para realizar essa festa, que é a maior da Bahia", disse.

    Foram dois anos sem festejos juninos - 2020 e 2021 - e há grande expectativa para esse ano, após o cancelamento do Carnaval, que não ocorreu novamente. Desde o início desse mês, cidades de várias regiões da Bahia têm confirmado a intenção de realizar as tradicionais celebrações.

    Municípios como Jequié, na região sudoeste, por exemplo, anunciaram até 13 dias de celebração. Por lá, a festa vai acontecer entre os dias 14 e 26 de junho e a prefeitura já abriu licitação para contratar a empresa responsável pelo evento e agenciamento de bandas. Conceição de Feira e Serrinha também anunciaram a festa de São João.

    Em Cruz das Almas, anfitriã de uma das maiores festas do interior baiano, foram divulgadas, entre 22 e 26 de junho, atrações como Wesley Safadão, Tarcísio do Acordeon e Tayrone. O município planeja movimentar R$ 5 milhões durante os cinco dias de festa. Ali próximo, em Santo Antônio de Jesus, a realização da festa foi confirmada, mas a prefeitura não deu detalhes. Na cidade, acontecerá também mais uma edição do Forró do Lago, do cantor Bell Marques, no dia 25.

    Moradores do sul da Bahia também se preparam para os festejos juninos. Em Ipiaú, por exemplo, a prefeitura confirmou a celebração de São Pedro este ano. Detalhes ainda não foram anunciados, mas sabe-se que o local dos eventos será alterado da Praça Salvador da Mata para a Praça Álvaro Jardim. A última festa de São Pedro na cidade foi realizada em 2019, com show da cantora Marília Mendonça, que reuniu 20 mil pessoas no local.

    Ibicuí já tem duas tradicionais festas privadas confirmadas a partir de 24 de junho, Ticomia e Brega Light. Senhor do Bonfim, no norte do estado, além do evento aberto ao público, de 22 a 26 de junho, na Praça Nova do Congresso e no Parque da Cidade, está confirmada a edição 2022 do Forró do Sfrega.

    Em Irecê, a expectativa é que mais de 200 mil pessoas aproveitam o São João, que será festejado entre 22 e 26 de junho. Em Barra, no oeste baiano, serão nove dias de celebração, a partir do dia 16 de junho, com concursos de quadrilha, quebra-poste, pau-de-sebo e outras brincadeiras tradicionais do período. Em São Desidério, ainda na região oeste, a festa também está confirmada, sem detalhes.

    Em Bom Jesus da Lapa, a festa de São Pedro, que é tradicionalmente realizada no final de junho, será realizada em agosto. Já em Caculé, entre 24 e 26 de junho, a prefeitura vai montar uma vila junina em frente ao Estádio Nilo Xavier para as apresentações e concurso de quadrilha. No município vizinho Ituaçu, a realização do tradicional Arraiá do Brejo Grande, entre 23 e 26 de junho está confirmada.

  • Eslovênia é eliminada do BBB com 80,74% dos votos

    Eslovênia foi a 11ª eliminada do BBB 22. A sister teve 80,74% dos votos. Douglas recebeu 18,07% dos votos e Paulo André, 1,19%.

    No total, o paredão recebeu 49.791.871 votos.

    Por causa da realização da prova do líder logo após a sua eliminação, Eslovênia teve que se despedir dos colegas dentro da casa e saiu sozinha pelo jardim. "Meu Deus, que negócio horrível sair sozinha. Ai, minha gente, obrigada por tudo aqui dentro. Foi tão incrível. Entrei sozinha e tô saindo sozinha. É isso, vamos lá, vamos encarar", desabafou.

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