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Kerline é primeira eliminada do BBB21, com 83,50%

Kerline é primeira eliminada do BBB21, com 83,50%

A cearense Kerline foi a primeira eliminada do BBB21, com 83,50% dos votos. Rodolfo recebeu 7,88% dos votos e Sarah, 8,62% dos votos.

A sister se emocionou na despedida dos brothers e deixou um conselho: "Aproveitem muito e não chorem", disse. Rodolffo e Sarah, que se salvaram, choraram e se abraçaram. Logo depois, Sarah cantou: "Eu não vou embora".

Caio, Rodolffo, Sarah e Gilberto se jogaram na piscina para comemorar a permanência dos brothers na casa.

Itens relacionados (por tag)

  • Ivete sobre amizade com Claudia Leitte: ‘Diziam que a gente não se gostava’

    A temporada do Música Boa Ao Vivo apresentado por Ivete Sangalo chegou ao fim na última terça-feira (28). Para fechar com chave de ouro, o programa teve a presença de Claudia Leitte, Juliette, Alexandre Pires, Majur e Hiran.

    O programa, gravado diretamente da Bahia, contou com muita música e momentos emocionantes. Claudia Leitte e Ivete, inclusive, comentaram os boatos de que elas não se davam bem. As famosas cantaram juntas a música Adeus Bye Bye e relembraram momentos de sua amizade.

    “Por tanto tempo falou-se que a gente não se gostava e a gente nem teve oportunidade de se conhecer. Ouvi tanta coisa. A gente ouviu tanta coisa difícil e sabia que cada uma tinha um sonho. O bom é quando caminha todo mundo junto e a gente foi se aproximando”, declarou Ivete. “Hoje, quero tanto bem a Claudia, a gente se conhece, se fala, se encontra, vai na casa da outra, janta junto”, continuou.

    “Janta junto vírgula, porque ela come a comida dos outros”, brincou Claudia. “O que é isso? Eu quase não como”, respondeu a apresentadora.

    Além da música com Ivete, Claudia Leitte também cantou seus hits Largadinho e Amor Perfeito e o clássico De Volta Pro Meu Aconchego com Juliette, a campeã do BBB21.

  • David Schwimmer, de Friends, nega rumores de romance com Jennifer Aniston

    Os fãs da Friends ficaram eufóricos nos últimos dias com a possibilidade de David Schwimmer e Jennifer Aniston estarem repetindo na vida real o romance entre Rachel e Ross. No entanto, o ator fez questão de negar os boatos de que estaria passando um período na casa da atriz.

    De acordo com site HuffPost UK, um representante oficial de David afirmou à matéria que os boatos sobre um possível romance entre os dois "não são verdade". Quase ao mesmo tempo, Jennifer chegou a publicar uma homenagem nas redes ao ex-marido, Justin Theroux, por seu aniversário.

    Os rumores do namoro começaram após uma matéria da revista Closer, citando uma fonte próxima aos atores, dizer que Schwimmer estaria passando um período na casa de Jennifer em Los Angeles. A fonte também garantiu que eles teriam se aproximado e estavam tentando investir no affair após as gravações do especial Friends: The Reunion.

    Diversas vezes David e Jennifer garantiram que o "romance" entre os dois sempre foi platônico, explicando que nunca houve nada por conta de desencontros, já que quando um estava solteiro, o outro estava namorando.

    Recentemente, Aniston comentou que teria muito orgulho em assumir caso tivesse um caso com o ator durante as gravações da série de enorme sucesso "Friends", mas explicou que nada aconteceu entre eles além da amizade que segue até hoje.

  • Consumo virtual de atividades culturais cresce na pandemia

    Os brasileiros aumentaram o consumo de atividades culturais no ambiente on-line durante a pandemia e pretendem manter o hábito mesmo depois da volta à normalidade presencial, aponta a pesquisa Hábitos Culturais II, realizada em conjunto pelo Itaú Cultural e pelo Datafolha. Divulgado na manhã desta quinta-feira (22), o levantamento mostra que apresentações de música, teatro e dança e podcasts experimentam crescimento de público on-line, enquanto que o acesso a webinares e as visitas a museus e exposições perdem terreno em 2021.

    De acordo com a pesquisa, que ouviu 2.276 indivíduos em todo o país, entre os dias 10 de maio e 9 de junho, o aumento de consumo de cultura no ambiente virtual ocorreu no momento em que os brasileiros passaram a ficar mais conectados à internet. O levantamento aponta que 76% dos entrevistados passaram a se conectar todos os dias, em contraponto ao ano de 2020, quando índice era de 71%. Interessante dizer que cada ponto percentual representa cerca de 1,5 milhão de pessoas.

    O consumo de apresentações artísticas de teatro, dança e música dobrou de 2020 para cá. No ano passado, 20% dos indivíduos disseram que consumiam este tipo de atividade no ambiente on-line, já em 2021 esse índice subiu para 40%. Ou seja, significa que houve um aumento de 30 milhões para 60 milhões de pessoas que vivenciaram esta experiência.

    "É um dado bem expressivo. É um número bastante relevante e que responde ao que o mundo cultural e artístico fizeram com ainda mais intensidade, de setembro até o comecinho de junho. O quanto essa intensidade de produção reverberou no público", enaltece Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural.

    De acordo com os dados, 80% dos que assistiram a apresentações de teatro, música e dança nesse ambiente pretendem seguir com a prática mesmo após a volta à normalidade. O índice é o mesmo declarado para aulas ou oficinas de arte. Já entre os espectadores de apresentações infantis, o índice é de 81%, semelhante aos 82% declarados pelos habitués de seminários nas redes.


    Saron destaca que a pesquisa é importante porque joga luz sobre os desafios que estão por vir. "Claro que queremos o contato físico que virá com a imunidade coletiva, a partir da vacina. Nós queremos voltar, precisamos do contato físico. Mas o desejo é continuar acompanhando as atividades virtuais. Quase 80% das pessoas disseram querem permanecer realizando atividades culturais por meio remoto. Então o digital veio pra ficar. O mundo da cultura precisa estar pronto para receber as pessoas", defende.

    Mais podcasts, músicas e jogos eletrônicos
    Outra atividade que teve forte crescimento durante a pandemia foi a audição de podcasts. Em 2020, 24% dos entrevistados informaram que acessavam plataformas do gênero. Este ano, o índice subiu para 39%, um salto de 15 pontos percentuais.

    O consumo de jogos eletrônicos também apresentou aumento, com salto de 32% para 43% no percentual de entrevistados que realizaram a atividade, no comparativo entre 2020 e 2021. O consumo de música on-line foi outro que ganhou novos adeptos (de 74% para 79%), bem como o consumo de filmes e séries, que saiu de 68% para 75% dos entrevistados.


    Os cursos livres (de 35% para 41%) e a leitura de livros digitais (de 36% para 40%) também ganharam espaço no consumo on-line. Os espetáculos infantis, por outro lado, se mantiveram estáveis (23%). “Instituições, corpos estáveis, grupos artísticos e uma legião de profissionais da área criaram um ambiente mais leve para estes tempos tão duros”, completa Saron.

    Quedas
    A pesquisa Itaú Cultural/DataFolha aponta, entretanto, que nem todas as atividades ganharam força on-line durante a pandemia. Os webinares, que estouraram logo no início do distanciamento social, perderam terreno. Em 2020, 30% dos entrevistados praticavam a atividade. Em 2021, o índice caiu para 23%.
    As visitas on-line a exposições e museus também recuaram. No levantamento realizado em 2020, 16% diziam realizar este tipo de atividade. No levantamento atual o índice encolheu para 11%.

    É menor o índice de continuidade da prática no caso das exposições e museus (67%). Registraram patamares equivalentes, estatisticamente, visitas virtuais a centros culturais (78%), oficinas de criação para crianças (75%) e visitas guiadas a projetos artísticos (76%).


    Esta edição procurou investigar, ainda, outras atividades não mensuradas na versão anterior da pesquisa. De acordo com o levantamento, o índice de consumo virtual de seminários ficou em 24%, seguido por aulas ou oficinas de arte (21%), visitas a centros culturais (15%), oficinas de criação para crianças (15%) e projetos artísticos (12%).

    Democratizaçnao do acesso
    Outro dado levantado pela pesquisa mostra que as atividades on-line ampliaram o acesso e aumentaram o interesse do público para a cultura. De acordo com o levantamento, 72% informaram que as atividades on-line permitiram acesso a atividades culturais que, de outra forma, não seriam experimentadas. Na pesquisa anterior, realizada em 2020, o índice tinha sido de 67%.

    O conteúdo on-line ampliou o acesso especialmente entre os jovens de 16 a 24 anos onde a concordância com a afirmativa foi de 79%. Os que se dizem menos impactados foram os indivíduos entre 45 e 65 anos, que apontaram taxa de concordância de 69%.

    O interesse por atividades culturais também aumentou graças à oferta de conteúdos on-line. Os mais impactados foram os indivíduos entre 16 e 24 onde a concordância com a afirmativa foi de 64%. O estrato da Classe C registrou 59% de concordância com o benefício.

     

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